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Folhapress

Paolla Oliveira diz que retomar a dança é uma montanha-russa de emoções

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Paolla Oliveira, 39, está de volta aos trilhos. Doze anos após vencer o Baile dos Famosos, a atriz volta ao palco do Domingão do Faustão (Globo) para se apresentar nas coreografias da edição turbinada do quadro, a Super Dança dos Famosos. A atriz confessa que, embora esteja em um momento completamente diferente da vida, a experiência tem sido tão intensa quanto da primeira vez que participou, em 2009 – foi coroada campeã da sexta temporada da atração. “Tem sido uma montanha-russa de emoções”, diz Oliveira à Folha de S.Paulo. Com um constante “frio na barriga” antes da estreia, ela diz que a maior dificuldade nesta nova participação é “sem dúvida controlar a ansiedade”. Por outro lado, diz que chega com menos sede de maconha do que na primeira participação. Para isso, a atriz sai da competição em “segundo lugar” e afirma estar mais disposta a “se divertir e curtir esse aprendizado e essa delícia que é dançar”. Isso porque Paolla Oliveira optou por não dar muita atenção à responsabilidade de defender o título em público. “Só lidamos com a pressão quando a acolhemos e não quero aceitar”, diz. “Porque todo mundo que está lá é vencedor ou finalista e não precisa provar nada para ninguém. Acredito que o que vai contar agora, mais uma vez, é a apresentação, o dia, o calor do momento e o agora”. ele continua. “Portanto, não quero comprar essa pressão, todos os que estão lá merecem ser ou ser vencedores mais uma vez.” Apesar de ter se saído bem na primeira participação, Paolla Oliveira lembra que ele não pode ser reclamado como quem vive dela. “Eu sempre adorei dançar, [mas] Não sou profissional ”, diz a atriz, que está afastada da televisão desde o final de“ A Dona do Pedaço ”(2019). Pelo contrário, até estive um tempo afastado da dança, por causa do trabalho, das novas descobertas no Rio de Janeiro “, lembra ela sobre a primeira participação”. Tinha chegado recentemente [à cidade] quando participei do Dança. “Mesmo com o sarrafo mais alto, a atriz diz que só quer viver o momento e fazer o melhor, sendo o resto uma consequência.” A vitória é uma mistura de ensaio, técnica, nossa parceira e do dia, do momento. É uma performance ao vivo e tudo pode acontecer. Significa deixar um pouco ao sabor do dia e do momento da apresentação. “Paolla Oliveira diz acreditar que o parceiro de dança também tem muita influência na atuação da artista. Em 2009, ela ganhou o quadro ao lado de Átila Amaral, enquanto desta vez vai dançar com Leandro Azevedo. rapport da dupla. “Sem dúvida, tenho um carinho muito grande pelo Átila que me ajudou, me aparou, me acalmou e me deu técnica”, diz ela. “Agora estou super apostando nessa parceria com o Leandro Azevedo. Jamais deixarei de agradecer ao Átila Amaral, mas acredito que o Leandro será um grande parceiro. “A atriz lembra que sempre teve uma relação agradável com a dança, mas diz que a pintura trouxe novos recursos para ela”. Meu relacionamento sempre foi bom, mas, sem dúvida, a pintura traz outra dança ”, explica. É uma dança técnica ”, compara. É uma descoberta das possibilidades que você ainda tem a ver com o seu corpo, de uma parceria com a professora, com o seu parceiro, então só melhorou [a minha relação com a dança]. “Além dos ensaios, Oliveira não maratou outras atividades para enfrentar a situação.” Não fiz nenhum preparo diferenciado ”, garante. Tenho procurado tratar o meu corpo com carinho, com carinho, sem abandoná-lo neste momento difícil que nos encontramos “Aliás, a atriz diz que o quadro pode trazer um certo conforto a quem está assistindo em meio às inúmeras más notícias que o país está passando por uma crise de saúde e pelo alto número de mortes causadas pela Covid-19. ” Acredito que para quem o assiste pode ser um momento de calor, um momento de sorriso, um sopro nestes dias difíceis. “Estamos vivendo um ano complicado, a pandemia está se instalando e o que vem em volta completa o desespero que temos vivido” “Dizer que a dança pode melhorar essa condição, que é tão importante, tão grave, às vezes é efêmero. Paolla Oliveira afirma, porém, que é preciso colocar isso em perspectiva. “É uma pintura que está no ar há 17 anos, dentro de uma atração com o maior público que temos dos programas de auditório, de um apresentador com um vínculo afetivo como o que o Faustão tem, que fala algumas verdades com a possibilidade que tem “, lembra.” “E nós artistas fora do nosso contexto, treinando, buscando fazer uma apresentação, um show, um momento de alegria, um momento vibrante e brilhante”, completa a atriz, que disputará a competição neste domingo (30) ao lado de Arthur Aguiar (com Tati Scarletti) e Viviane Araújo (com Adeilton Ribeiro), com forró e ritmos rock. Em 2015, Viviane conquistou o primeiro lugar, seguida de Aguiar. A competição fica mais ágil com o esquema de mata-mata. Na primeira fase, a cada semana, três duplas se apresentam em dois ritmos. Um deles segue diretamente para o próximo estágio e os outros vão para a recapitulação. Nele, as duplas que não avançaram de etapa vão se desafiar, ficando na competição apenas a que for melhor. Este último enfrenta os campeões da primeira fase no confronto direto. FESTA Paolla Oliveira comemora também o fato de poder se despedir do Domingão do Faustão, programa que sai do ar no final de 2021, depois de mais de 30 anos aos domingos na Globo, por ter feito parte de sua história. “É uma honra regressar a uma pintura tão especial e num momento tão especial deste gajo que é o Faustão”. “Nunca imaginei que diria isso, mas me sinto um grão de areia por parte dessa grande história que é esse programa, vou sentir falta”, lamenta. “Cresci vendo o Faustão, não me lembro, não me lembro de ter mais nada naquele dia, naquela hora, lembro das grandes mudanças, lembro das fotos antigas.” “Isso marca a história da Paolla antes, até, de ser artista e depois de ser artista”, afirma. “Vou sentir falta de subir ao palco todas as vezes a chorar, mas a chorar de emoção e carinho. Saber disso ali naquele local, falei com muita gente e com o apoio deste gajo tão carinhoso e tão grande que é o Faustão”. PARCEIRO DE DANÇA Leandro Azevedo, que vai dançar com Paolla Oliveira no Super Dança dos Famous, é um dos poucos bicampeões da pintura – venceu com Juliana Didone (2006) e Carol Castro (2013). Ele também é o único que poderia ser tricampeão, já que os outros dois bicampeões não participam deste ano. E ele entra, mais uma vez, para vencer. “Vamos colocar fogo nessa faixa”, diz a dançarina. “Meu foco é estar na competição e aproveitar ao máximo a Paolla. Quero que ela dê um show, uma coisa para ficar na história.” Para isso, vem analisando sua parceira desde que soube que dançaria com ela. “Sempre que estou montando um trabalho, não basta ser um trabalho por correspondência que atenda às minhas expectativas, tenho que estudar da altura, as pegadas que ela já fez, até os mais jovens”, explica. “Minha cabeça está fervendo de ideias.” Ele acredita que um dos pontos fortes do novo parceiro é a energia. “Desde a formação das duplas, acho incrível”, elogia. “Ela tem brilho, vontade de dançar … O que mais impressiona é quando o famoso coloca sua energia na dança, mostra que se entrega de corpo e alma. Ajuda muito.” Por outro lado, o professor diz que os dois precisarão trabalhar juntos para confiar. “Você tem que ter muita confiança em seu parceiro para fazer as trilhas”, diz ele. “Eu realmente gosto de jogar alto na coreografia, então espero que ela confie em mim.” O professor também avalia a pressão para que a dupla se dê bem, já que Paolla Oliveira foi campeã e tem uma comitiva de torcedores que já está ansiosa para vê-la novamente. “Com certeza me dá um arrepio na barriga, principalmente porque conheço a capacidade dela”, confessa. “Faremos o possível para que ela se divirta muito, mas também para superar as expectativas.”

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