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Presidente do Paraguai rejeita lei de mineração de criptomoedas

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Na segunda-feira, Mario Abdo Bentez, presidente do Paraguai, rejeitou um projeto de lei que tentava classificar a mineração de criptomoedas como um empreendimento econômico. Ele raciocinou que o desenvolvimento de um negócio nacionalmente sustentável pode ser prejudicado pelo alto consumo de energia da mineração.

O identificador oficial do Twitter do presidente do Paraguai twittou o decreto. Ele citou o uso maciço de energia e benefícios de emprego muito escassos como razões para a rejeição. O decreto também afirma que a mineração de criptomoedas é um processo fortemente centrado no capital com pouco trabalho humano. Por esse motivo, o decreto afirma que isso criaria menos valor em comparação com outras indústrias.

Presidente paraguaio acredita que mineração de criptomoedas é centrada em energia

A introdução do projeto de lei deveu-se à alegadamente mais produção de energia do que consumo. O senador Fernando Silva Facetti, proponente do projeto de lei, afirmou que o objetivo da medida era incentivar a mineração de criptomoedas utilizando excesso de energia e eletricidade.

Mas a medida do presidente paraguaio vetou totalmente o projeto de lei que reconheceria a mineração de criptomoedas como uma atividade legal.

Facetti também escreveu neste tweet que o presidente não aceita a mineração de criptomoedas como uma indústria que gera recursos e muito trabalho.

“O presidente paraguaio se opõe à regulamentação de um setor que pede para ser controlado e destrói a possibilidade de chegada de novos investidores. E também a formalização de centenas de pequenas e médias empresas que vivem e dependem desse setor.”

O decreto também afirma que houve um crescimento visível do investimento industrial de 220%. Esse desempenho nos últimos 12 meses elevou o investimento para US$ 319 milhões. Para manter a sustentabilidade, o país pode precisar utilizar a energia total produzida no país.

A intensa implementação da mineração de criptomoedas colocará o país em condições de importar eletricidade, diz o decreto. Desde 2020, empresas locais e multinacionais instalam infraestrutura de mineração no Paraguai devido aos baixos preços de energia do país.

A atual decisão do presidente desmotivará a mineração de criptomoedas no país.

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