O que são criptomoedas e como funcionam? no blog Primeiros Passos

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Você certamente já ouviu falar sobre bitcoin, aquela querida moeda de Elon Musk que fez algumas pessoas ganharem – e outras perderem – muito dinheiro.

Nesta postagem, o Monitor de Mercado irá explicar a você o que são criptomoedas e como funcionam.

O que é uma criptomoeda?

Criptomoeda é o nome utilizado para se referir às moedas digitais, ou seja, moedas que não são físicas, como o real, o dólar etc., ou seja, não é palpável e existe apenas na internet.

Você sabe que eles existem, mas não pode tê-los na carteira (mas vamos encarar os fatos, você também não usa tanto dinheiro).

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Criptomoedas são criadas em uma rede blockchain – um sistema que permite o envio e recebimento de alguns tipos de informações pela internet – a partir de sistemas de criptografia avançados que protegem as transações, dados e informações de quem faz essas transações.

Em suma, blockchains são pedaços de código gerados online e que carregam informações conectadas, como uma cadeia e, portanto, o nome, traduzido, “cadeia de blocos”. A tecnologia marca cada mudança em cada arquivo. Portanto, não é possível simplesmente dar CTRL + C CTRL + V para multiplicar seus bitcoins.

E essas moedas estão seguras?

Um dos pilares das criptomoedas é a criptografia, ou seja, uma camada de segurança online que dificulta – e muito – qualquer tipo de fraude. Essa criptografia existe para proteger a transação, ocultando as informações do remetente e do destinatário para garantir sua privacidade.

E sua segurança decorre principalmente de seu modelo de blockchain, onde as transações são registradas sequencialmente e de forma verificável na web.

Portanto, a moeda em si é segura, mas o que pode acontecer – e já aconteceu – é que carteiras digitais ou corretores de bitcoin sejam “sequestrados” ou roubados.

Quais são os riscos da criptomoeda?

Um dos problemas enfrentados pelas criptomoedas é a falta de regulamentação.

Ataques de hackers, erros de servidor e perda de assinatura digital podem fazer com que você perca todas as criptomoedas que possui e, conseqüentemente, um valor de investimento muito alto. Por exemplo, um bitcoin vale atualmente mais de $ 59.000 (espere, você pode comprar frações). Perder esse dinheiro devido a um ataque de hacker está entre os riscos que você corre.

Outro grande risco a ser considerado é a liquidez, ou seja, a possibilidade de conversão da criptomoeda em dinheiro, uma vez que o mercado que aceita esses ativos como forma de pagamento ainda não é significativo.

Como qualquer ativo, seu valor depende de quanto as pessoas e o mercado acreditam que ele vale. E embora muitos já tratem as criptomoedas como moeda / caixa, é importante notar que nenhuma delas cumpre todas as funções básicas atribuídas às moedas por consenso econômico, funções que são: meio de câmbio, reserva de valor, unidade de conta, padrão de pagamento diferido ao longo do tempo, além de ser uma forma de pagamento de tributos.

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A fama das criptomoedas

Graças ao bitcoin, a primeira moeda digital do mundo, as criptomoedas se tornaram um assunto e ganharam notícias de todo o mundo.

O Bitcoin tem variações diárias e segue a lei da oferta e da demanda: quanto mais as pessoas querem comprar, mais caro ele fica.

A moeda é muito volátil. Em 2017, um bitcoin valia R $ 48,2 mil, mas pouco mais de um ano depois, a moeda teve uma desvalorização de quase 75% e caiu para R $ 12,7 mil.

Existem alguns motivos para essas mudanças. Uma é que a quantidade de bitcoin disponível é limitada. Você pode “minerar”, ou seja, gerar novos bitcoins, mas sua disponibilidade irá diminuir com o tempo, no fenômeno chamado “redução pela metade”. A taxa de emissão de bitcoins cai pela metade a cada quatro anos, aumentando e aumentando a escassez da moeda digital.

O mercado de criptomoedas, é importante lembrar, também reage à especulação. Portanto, mais do que uma moeda de transação, as criptomoedas – principalmente bitcoin – passaram a ser vistas como uma forma de investimento.

Como está o mercado de criptomoedas?

Para comprar criptomoedas, você precisa de:

  • Dinheiro;
  • Abra uma conta com um corretor de moeda virtual;
  • Vontade de negociar.

Assim como nos investimentos tradicionais, é fundamental pesquisar as empresas disponíveis no mercado, consultar as avaliações dos clientes e entender as taxas cobradas.

Investir em bitcoin, Ethereum e Ripple requer conhecimento e cuidado.

É importante lembrar que investir em criptomoedas apresenta um risco muito elevado, devido à instabilidade, à variação do valor conforme mencionado anteriormente. O que os especialistas recomendam é que apenas uma pequena parcela dos investimentos seja investida nesse tipo de ativo.

Quais são as principais criptomoedas?

Atualmente, estão disponíveis mais de 2 mil criptomoedas, mas as principais, por valor de mercado, são:

  • Bitcoin;
  • Ethereum;
  • Ondulação;
  • Litecoin;
  • Dinheiro Bitcoin;
  • EOS;
  • Moeda Binance.

Embora não apareçam na lista dos principais, o Brasil também possui criptografia (moedas e tokens negociáveis), tais como:

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  • WIbx;
  • B2U Coin;
  • Bitblocks;
  • CryptoBRL.

E como o brasileiro não perde a piada, foi lançado recentemente o Vira-lata Finance ($ REAU).

O token do caramelo foi desenvolvido em um protocolo de finanças descentralizado (DeFi, sigla em inglês) e em seus perfis nas redes sociais, a Vira-Lata Finance ($ REAU) se define, sempre como uma brincadeira, como “a primeira criptomoeda meme no Brasil “.

Segundo a descrição da conta do Twitter da nova “moeda” brasileira, ela é “deflacionária, segura e autossustentável”.

A criptomoeda é uma moeda meme, uma piada e, portanto, um investimento de alto risco e não recomendado, mas é um perfil engraçado de se seguir nas redes sociais, por isso, embora não traga uma renda extra, certamente dá boas risadas.