Apple Glass pode ter modo de ajuste automático de brilho

Apple Glass pode ter modo de ajuste automático de brilho

Qualquer pessoa que já usou um fone de ouvido de realidade virtual provavelmente sentiu na pele (ou melhor, nos olhos) a diferença de brilho entre o mundo de faz de conta e o ambiente real, e é exatamente nisso que a Apple está trabalhando para deixar o Apple Glass diferente dos acessórios atualmente comercializados no mercado. O pedido de patente foi depositado no Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos (USPTO), é denominado Dispositivo Eletrônico com Display Adaptável (ou Dispositivo Eletrônico com Display Adaptável).

De acordo com a documentação, a ideia da Apple é trazer o brilho do ambiente em que o usuário fica o mais próximo possível do que ele terá dentro do Apple Glass, diminuindo assim o impacto quando o aparelho for retirado após o uso. “O usuário pode sentir admiração ou desconforto ao fazer a transição de uma experiência de visualização de realidade virtual”, diz a patente.

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Para transformar o que está na patente em realidade no futuro Apple Glass, a empresa de Cupertino pretende usar o que chamou de circuitos de controle, que incluiriam neles um sensor de ambiente. “O circuito de controle no dispositivo eletrônico pode estimar um estado de adaptação de brilho do usuário que está usando o dispositivo eletrônico e ajustar o brilho da tela com base no estado de adaptação do usuário”, explica o documento.

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faixa de brilho

Outro ponto levantado na nova patente do Apple Glass, agora focada no ajuste automático de brilho, diz respeito à faixa de brilho. De acordo com a documentação registrada pelos especialistas Nicholas P. Bonnier e Christina G. Gamboacorta, os dispositivos HMD podem ajustar a faixa de brilho de uma experiência AR / VR “em certos períodos, para aumentar a faixa dinâmica percebida da tela.”

Os recursos também incluem personalizar o Apple Glass para as diferentes pessoas que o usam. De acordo com a patente, a intenção é que o aparelho consiga, por meio da inteligência artificial, “reunir atributos fisiológicos de um usuário, como piscar, tamanho da pupila e abertura dos olhos”. Tudo para ajustar o conforto e reduzir a diferença de luz entre o mundo real e o virtual.

Via Apple Insider

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Imagem: Yuri Manei / Pexels / CC

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